Autoconsumo remoto
Modalidade em que a energia gerada em um local abate o consumo de outra unidade, desde que seja do mesmo titular e na mesma área de concessão, conforme as regras vigentes.
kWp, Fio B, payback, homologação, medidor bidirecional: energia solar tem vocabulário próprio, e é nele que as propostas se diferenciam. Aqui estão os termos principais, explicados de forma direta, com links para os serviços e guias da LB. Para ver o serviço, acesse energia solar com a LB.
Modalidade em que a energia gerada em um local abate o consumo de outra unidade, desde que seja do mesmo titular e na mesma área de concessão, conforme as regras vigentes.
Sistema da ANEEL, com as cores verde, amarela e vermelha, que sinaliza o custo da geração de energia no mês e pode acrescentar valor à tarifa.
Unidade básica do painel solar, feita de material semicondutor, que transforma luz do sol em eletricidade.
Empresa que distribui energia na sua região e é responsável pelo medidor e pela homologação do sistema solar. Na Bahia, é a Neoenergia Coelba.
Energia que o sistema injeta na rede além do que a casa consome e que é usada para abater o consumo depois, dentro das regras e do prazo de validade vigentes.
Valor mínimo cobrado mesmo quando você gera mais do que consome. Equivale a 30 kWh na ligação monofásica, 50 kWh na bifásica e 100 kWh na trifásica.
Perda lenta de eficiência dos painéis ao longo dos anos. Os fabricantes costumam dar garantia de desempenho por décadas.
Suportes e trilhos que prendem os painéis ao telhado ou ao solo. Precisam resistir a vento e peso e combinar com o tipo de telha.
Parte da tarifa que remunera o uso da rede de distribuição. A Lei 14.300 faz quem gera a própria energia passar a pagar uma parte dele de forma gradual. Em 2026, são 60%.
Modalidade em que consumidores se reúnem, por consórcio, cooperativa, condomínio ou associação, para gerar energia em um local e dividir os créditos.
Produção de energia perto de onde ela é consumida, como painéis no telhado de casas e empresas, conectada à rede da distribuidora.
Classificação dos consumidores. O Grupo B é de baixa tensão, como residências e pequenos comércios; o Grupo A é de média e alta tensão, como indústrias e grandes comércios.
Processo de aprovação do sistema solar pela concessionária, que inclui projeto, documentação, vistoria e troca do medidor. Só depois dela o sistema pode ser ligado à rede.
Número de horas por dia em que a irradiação solar equivale a 1 kW por m². É usado para estimar quanto um sistema gera.
Equipamento que transforma a corrente contínua gerada pelos painéis em corrente alternada, compatível com a casa e com a rede. Costuma ter monitoramento e proteções.
Quantidade de energia do sol que chega a uma área, medida em kWh por m². Na Bahia, fica entre 1.800 e 2.200 kWh/m² por ano, segundo informes públicos do estado.
O kW mede potência, a capacidade de um aparelho ou sistema. O kWh mede energia, ou seja, a potência usada ao longo do tempo. A conta de luz cobra em kWh.
Potência máxima dos painéis em condições de teste. É a unidade usada para dimensionar e cotar sistemas solares, como em um sistema de 4 kWp.
Marco legal da geração distribuída, de 2022. Define o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, as modalidades de geração e o cronograma de cobrança gradual do Fio B.
Medidor que registra a energia consumida da rede e a injetada pelo sistema. É instalado pela concessionária depois da aprovação e ativa os créditos.
Pequeno inversor ligado a cada painel ou a poucos painéis. Reduz o efeito da sombra em um módulo sobre os demais e permite monitorar painel a painel.
Conjunto de células fotovoltaicas protegidas por vidro e moldura, que gera eletricidade a partir da luz do sol.
Acompanhamento da energia gerada pelo sistema, em geral por aplicativo do inversor. Permite notar quedas causadas por sujeira, sombra ou falhas.
Dispositivo instalado nos painéis que ajusta a produção de cada um e reduz perdas por sombra e sujeira desigual.
Tempo que o sistema leva para se pagar com a economia na conta de luz. Depende do custo do sistema, do consumo e do valor do kWh.
Relação entre a energia realmente gerada e a teórica, considerando perdas por temperatura, sujeira, cabos e inversor. Costuma ser usada para estimar a geração.
Soma da potência dos painéis do sistema, em kWp. Define o tamanho do sistema e a geração esperada.
Regra que permite injetar o excedente na rede e usar esses créditos para abater o consumo, conforme a Lei 14.300.
Sistema solar conectado à rede e com bateria, que guarda energia para usar na falta de luz ou em horários de tarifa maior.
Sistema solar isolado, sem ligação à rede da concessionária, que depende de baterias. É usado em locais sem acesso à rede.
Sistema solar conectado à rede da distribuidora, sem baterias. Usa a rede como reserva e gera créditos com o excedente. É o tipo mais comum em casas.
Sombra de árvores, caixas d'água ou prédios sobre os painéis. Mesmo parcial, reduz a geração e pode pedir microinversores ou otimizadores.
Caixa de proteção entre os painéis e o inversor, com DPS, disjuntores e seccionamento da corrente contínua. Aumenta a segurança do sistema.
A tarifa de energia soma a TE, que paga a energia em si, e a TUSD, que paga o uso da rede de distribuição, além de impostos. O Fio B faz parte da TUSD.
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